quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O que é isso companheiro?

Oi


Em 1964, o governo democrático do Brasil é subvertido em uma ditadura militar. No ano de 1968, a junta militar que governava o país suspendeu todos os direitos civis e a liberdade de expressão, e as cadeias ficaram lotadas de presos políticos e as ruas de manifestantes.
Apesar da repressão, nunca deixou de haver oposição ao regime militar. Na linha de frente da revolta estavam os estudantes, que criavam movimentos estudantis a favor do retorno da democracia.
O filme destaca um grupo em especial, o Movimento Revolucionário Oito de Outubro, conhecido como MR-8. Este grupo marcou o início da luta armada, que se concentrou principalmente nas cidades, por isso ficou conhecida como guerrilha armada.
Os integrantes do MR-8 preservavam sua identidade utilizando nomes falsos. Assaltavam bancos com o objetivo de financiar a luta armada e garantir a sobrevivência dos militantes. Não tinham apoio popular, pois a ditadura militar fazia forte propaganda nos meios de comunicação, retratando-os como terroristas.
O isolamento de grupos como o MR-8 permitiu que aos poucos fossem liquidados pelos órgãos de repressão e o serviço de informação secreto, onde usavam a tortura como principal instrumento de humilhação e ameaça aos revolucionários.
            Ainda em 1969, o MR-8 intensificou sua luta seqüestrando Elbrick, embaixador dos Estados Unidos da América. Em troca, exigiram a libertação de quinze presos políticos e a publicação de um manifesto na imprensa e quebra de sigilo imposto pelo governo.
            Diante das circunstâncias, o governo acabou cedendo, mas baixou uma lei que estabelecia a pena de banimento dos revolucionários.
            No dia 7 de setembro de 1969, os quinze presos são libertados e deportados para a cidade do México, assim como os integrantes do MR-8, que após um mês foram deportados para a Argélia. Dentre os revoltos encontrava-se Fernando Gabeira e outros importantes cidadãos da política contemporânea.
            Seis meses após o seqüestro do embaixador, ele retornou aos EUA, sofreu um golpe e afastou-se do cargo. Faleceu em 1983.
            Em 1979, sob pressão da opinião pública, o governo militar brasileiro concedeu anistia à todos os envolvidos nos crimes políticos.
            Em 1989, vinte anos após o seqüestro do embaixador Elbrick, eleições livres são concedidas e a democracia volta ao Brasil.
 *Retirado do site Observação nua e crua
 
 
Muitas estrelinhas,
Victoria 

Reportagem| DST isso tem que mudar

 
Não são poucas às vezes que já ouvimos falar sobre os cuidados e métodos para não pegar uma DST. Entre inúmeras campanhas de prevenção e milhares de orientações ainda há muitas pessoas que insistem em não se prevenir e acabam, por vezes adquirindo uma doença sexualmente transmissível.
O tema DST é bem polêmico e curável, hoje muitas pessoas estão infectadas com alguma DST, o que é preocupante pois estas pessoas entrando em contato sexual com outra pessoa sem a devida proteção, pode sim trasmitir DST para o companheiro.
No Brasil grande parte da população tem conhecimento das DST's mais comuns como AIDS, HIV, HPV, gonorréia e sífilis, e correm atrás de se prevenir. Já a nova geração está cada vez menos preocupada e não estão utilizando a camisinha, pelo fato de ser incômodo, o que é um perigo e podem chegar a ocorrer uma epidemia no país. Há um tempo atrás foi relatado no Jornal Nacional (Rede Globo) uma gangue que furava as camisinhas dos postos de saúde, cujo objetivo deles era transmitir uma DST como AIDS, que é sem cura para outras pessoas.
Até 2003 foram registrados 40.000.000 de casos de HIV e AIDS no mundo inteiro, o que deve ter agravado de uns anos para cá, devido aos descuidos.
Algumas pessoas não sabem é que as DST's não são transmitidas pelo sexo entre casais heterossexuais, também é comum hoje em dia, casais LGBT's e irem atrás dos postos de saúde para fazer os testes.
Seja qual for sua opção sexual, cuide-se e proteja-se, afinal você não quer ficar doente.



Muitas estrelinhas,
Victoria

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Reportagem| Preconceito: tão longe, tão perto: A visão da esquizofrenia

OI!
Bom, o post de hoje é uma reportagem, que a professora de português juntamente com a de história nos orientou a fazer e a postar. O objetivo era buscar uma pessoa com sindrome de down, para uma entrevista, mas caso não encontrassemos poderiamos fazer com outro tipo de deficiente, bom, como foi o caso, escolhemos uma pessoa com esquizofrenia.



Preconceito: tão longe, tão perto
A visão da esquizofrenia

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 1- Dependendo da classificação da esquizofrenia, os esquizofrênicos podem ouvir vozes que geralmente indicam opções contrárias.
2- Transformação e alteração da realidade estão entre os sintomas mais comuns. Eles tendem a enxergar coisas irreais, entre eles estão mais comuns os anjos, e em aluns casos, os demônios.
3- Como não foi autorizado o uso de imagem, fizemos uma caricatura.
 4-Devido a alguns fatores,os esquizofrênicos podem ter ataques de fúria a qualquer momento.

No dia 17 de dezembro de 1983 nascia em São Bernardo do Campo, Marley Moraes de Barros. Descobriu que tinha esquizofrenia quando era pequena, mais ou menos aos 11 anos. Nesta época, Marley ouvia vozes em sua cabeça e com isso passou a respondê-las em voz alta. Foi aí que o preconceito começou, pois os seus amigos a chamavam de “esquisita” ou “doente”, além de outros.
Muitas pessoas não sabem, mas no Brasil temos em média 1,6 milhões de esquizofrênicos, e podemos contar com vários médicos especializados no problema e com tratamentos. E foi exatamente um desses médicos que a mãe de Marley procurou quando a filha relatou as “vozes” que ouvia em sua cabeça e este falou palavras das quais Marley nunca se esqueceu “sua filha está com esquizofrenia, ela é uma doença crônica e que não tem cura ela apenas pode amenizar com o passar do tempo”. Após muitas pesquisas, a família percebeu que a esquizofrenia é um transtorno mental complexo que dificulta na distinção entre as experiências reais e imaginárias, além disso, ela interfere no pensamento lógico, nas respostas emocionais normais e comportamento esperado em situações sociais.
O tempo foi passando e Marley foi crescendo, porém sua doença mental também cresceu junto e consequentemente o preconceito de algumas pessoas acompanhou também. Quando as vozes voltavam e ela respondia em voz alta, as pessoas se afastavam e passavam bem longe dela, com esse fator ela começou a desenvolver um pouco de depressão por estar sempre sozinha e sem amigos. “Lembro-me que às vezes, quando estava em casa, e as vozes vinham eu me encolhia no chão e gritava para elas irem embora, mas elas nunca vão completamente”, diz Marley se emocionando ao se lembrar do que passou.
Sua mãe começou a perceber o quanto a filha estava mal, e quanto mais mal ela ficava, mais a doença aumentava. Então Marley mudou de médico. Esse novo médico começou um novo tratamento com ela, e este envolvia uma terapia psicossocial, onde ela ajudaria a controlar a doença, além de todos os remédios antipsicóticos e neurolépticos que vinha tomando. Esses remédios são usados para controlar os sintomas, agindo diretamente sobre a produção de dopamina e serotonina no cérebro.
Assim ela foi melhorando até que, atualmente, os seus sintomas estão bem mais controlados e os surtos deixaram de participar de sua rotina. Mas ainda sim, ela vai ao médico uma vez por mês e tenta levar uma vida normal. Marley aos seus 31 anos, trabalha e estuda e até hoje podemos perceber o seu esforço em ter atividades, já que pretende terminar seus cursos no futuro, como disse para nossa entrevistadora Karolinne Marcos. Sua família a apoia e sempre a apoiou, tanto que ela ainda mora com a sua mãe, irmã, irmão e sobrinhas. 
As pessoas devem parar de discriminar pessoas por causa da sua deficiência, hoje em dia O crime de ódio contra deficientes físicos ou mentais é de extrema gravidade e desumanidade. A Declaração Universal dos Direitos Humanos deixa claro que todas as pessoas devem ser tratadas fraternalmente, independente de deficiências. A mesma Declaração também assegura que pessoas deficientes devem ter todos os tipos de necessidades especiais levadas em consideração no desenvolvimento econômico e social. E se a pessoa sofrer mesmo assim ela pode fazer um boletim de ocorrência. Mas ainda sim as pessoas têm que apender a viver com as diferenças.
 
O apoio é sempre fundamental, para qualquer pessoa. Ele o ajuda e te levanta quando você mais precisa, e é exatamente nessas horas que você percebe quem realmente se importa com você”

Muitas estrelinhas,
Victoria.