terça-feira, 27 de outubro de 2015

Reportagem| Preconceito: tão longe, tão perto: A visão da esquizofrenia

OI!
Bom, o post de hoje é uma reportagem, que a professora de português juntamente com a de história nos orientou a fazer e a postar. O objetivo era buscar uma pessoa com sindrome de down, para uma entrevista, mas caso não encontrassemos poderiamos fazer com outro tipo de deficiente, bom, como foi o caso, escolhemos uma pessoa com esquizofrenia.



Preconceito: tão longe, tão perto
A visão da esquizofrenia

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 1- Dependendo da classificação da esquizofrenia, os esquizofrênicos podem ouvir vozes que geralmente indicam opções contrárias.
2- Transformação e alteração da realidade estão entre os sintomas mais comuns. Eles tendem a enxergar coisas irreais, entre eles estão mais comuns os anjos, e em aluns casos, os demônios.
3- Como não foi autorizado o uso de imagem, fizemos uma caricatura.
 4-Devido a alguns fatores,os esquizofrênicos podem ter ataques de fúria a qualquer momento.

No dia 17 de dezembro de 1983 nascia em São Bernardo do Campo, Marley Moraes de Barros. Descobriu que tinha esquizofrenia quando era pequena, mais ou menos aos 11 anos. Nesta época, Marley ouvia vozes em sua cabeça e com isso passou a respondê-las em voz alta. Foi aí que o preconceito começou, pois os seus amigos a chamavam de “esquisita” ou “doente”, além de outros.
Muitas pessoas não sabem, mas no Brasil temos em média 1,6 milhões de esquizofrênicos, e podemos contar com vários médicos especializados no problema e com tratamentos. E foi exatamente um desses médicos que a mãe de Marley procurou quando a filha relatou as “vozes” que ouvia em sua cabeça e este falou palavras das quais Marley nunca se esqueceu “sua filha está com esquizofrenia, ela é uma doença crônica e que não tem cura ela apenas pode amenizar com o passar do tempo”. Após muitas pesquisas, a família percebeu que a esquizofrenia é um transtorno mental complexo que dificulta na distinção entre as experiências reais e imaginárias, além disso, ela interfere no pensamento lógico, nas respostas emocionais normais e comportamento esperado em situações sociais.
O tempo foi passando e Marley foi crescendo, porém sua doença mental também cresceu junto e consequentemente o preconceito de algumas pessoas acompanhou também. Quando as vozes voltavam e ela respondia em voz alta, as pessoas se afastavam e passavam bem longe dela, com esse fator ela começou a desenvolver um pouco de depressão por estar sempre sozinha e sem amigos. “Lembro-me que às vezes, quando estava em casa, e as vozes vinham eu me encolhia no chão e gritava para elas irem embora, mas elas nunca vão completamente”, diz Marley se emocionando ao se lembrar do que passou.
Sua mãe começou a perceber o quanto a filha estava mal, e quanto mais mal ela ficava, mais a doença aumentava. Então Marley mudou de médico. Esse novo médico começou um novo tratamento com ela, e este envolvia uma terapia psicossocial, onde ela ajudaria a controlar a doença, além de todos os remédios antipsicóticos e neurolépticos que vinha tomando. Esses remédios são usados para controlar os sintomas, agindo diretamente sobre a produção de dopamina e serotonina no cérebro.
Assim ela foi melhorando até que, atualmente, os seus sintomas estão bem mais controlados e os surtos deixaram de participar de sua rotina. Mas ainda sim, ela vai ao médico uma vez por mês e tenta levar uma vida normal. Marley aos seus 31 anos, trabalha e estuda e até hoje podemos perceber o seu esforço em ter atividades, já que pretende terminar seus cursos no futuro, como disse para nossa entrevistadora Karolinne Marcos. Sua família a apoia e sempre a apoiou, tanto que ela ainda mora com a sua mãe, irmã, irmão e sobrinhas. 
As pessoas devem parar de discriminar pessoas por causa da sua deficiência, hoje em dia O crime de ódio contra deficientes físicos ou mentais é de extrema gravidade e desumanidade. A Declaração Universal dos Direitos Humanos deixa claro que todas as pessoas devem ser tratadas fraternalmente, independente de deficiências. A mesma Declaração também assegura que pessoas deficientes devem ter todos os tipos de necessidades especiais levadas em consideração no desenvolvimento econômico e social. E se a pessoa sofrer mesmo assim ela pode fazer um boletim de ocorrência. Mas ainda sim as pessoas têm que apender a viver com as diferenças.
 
O apoio é sempre fundamental, para qualquer pessoa. Ele o ajuda e te levanta quando você mais precisa, e é exatamente nessas horas que você percebe quem realmente se importa com você”

Muitas estrelinhas,
Victoria. 




Um comentário:

  1. Como me tornei uma mulher feliz novamente
    Com lágrimas de alegria e felicidade, estou prestando meu testemunho a todos os telespectadores on-line, meu problema com o estágio IB de Câncer de Estômago causou-me muitas dores e tristezas, especialmente em minha família.
    Eu estava com tanto medo de perder a vida, sofri o constrangimento de visitar
    terapia centenas de vezes, infelizmente eles não encontraram uma solução definitiva para o meu problema, chorei o dia todo e a noite, tenho que viver minha vida dessa maneira? Eu procurei toda a Internet por cuidados, fui enganado por fraudadores da Internet vezes sem números ... até que um amigo meu que fica no Reino Unido me apresentou a um amigo dela que estava curado da mesma doença, e ela me apresentou ao Dr. Itua, que a curou do câncer de mama por este e-mail / WhatsApp +2348149277967, drituaherbalcenter@gmail.com. Entrei em contato com ele e ele prometeu que tudo ficaria bem e que eu tinha fé. Ele me enviou seus medicamentos à base de plantas através do Courier servcie e fui instruído sobre como tomá-lo por três semanas para curar, segui as instruções que me foram dadas e Hoje sou uma mulher feliz novamente. Ele cura todos os tipos de doenças como - câncer no cérebro, doença trofoblástica gestacional, câncer de cabeça e pescoço, câncer de ovário, linfoma de Hodgkin, herpes, câncer de fígado, câncer de garganta,
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